quarta-feira, 10 de abril de 2013

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei – Volume 3 – Número 03


As condições atmosféricas em Itajubá no mês de Março de 2013, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura do ar média oscilou entre 19,1º C e 23,9º C (a média foi 21,9º C). A maior temperatura máxima registrada foi 31,9º C (dia 06) e a menor temperatura mínima foi 11,6º C (dia 29). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 82,7% e 0,4 m/s (1,3 km/h), respectivamente. A direção predominante do vento foi a norte. Em 21 dias do mês ocorreu precipitação contabilizando um total de 197,8 mm.

O aquecimento da superfície, com a consequente evaporação da água, foi o principal responsável pela chuva ocorrida ao longo do mês. Algumas vezes, a esse processo também se associou a convergência dos ventos provenientes do Atlântico Sul e da Amazônia que transportavam umidade.

No mês de Março apenas uma frente fria influenciou o tempo em Itajubá. Esse sistema permaneceu sobre o sul de Minas Gerais entre os dias 17 e 18 e, associada a uma zona de convergência de umidade (Figura 2), contribuíram para chuva no dia 17. A chegada da frente fria pode ser identificada na Figura 1 através da redução das temperaturas no dia 17 em relação ao dia 16 e pela mudança do vento para direção sul. A passagem da frente fria também contribuiu para a elevada cobertura de nuvens entre os dias 17 e 19 (Figura 3).
Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 56%.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de Março é mostrado na Figura 4. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 20,4 (dia 19), o maior valor foi 29,9 (dia 19), a média mensal foi 26,5 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 12:50 h. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 11:50 às 13:50 horas.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso ao sítio
http://www.wunderground.com/weatherstation/WXDailyHistory.asp?ID=IMINASGE10 , para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá. E o sítio  www.grec.iag.usp.br ,aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de Março de 2013 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.


Figura 2 Carta sinótica de superfície no dia 18 de Março de 2013 às 12Z (09 horas local). A linha verde hachurada indica a posição da Zona de Convergência de Umidade e a linha azul, sob essa, indica a posição da frente fria.Fonte: GPT-CPTEC-INPE.


Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de Março de 2013.


Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de Março de 2013.










 Resumo informativo sobre o tempo em Itajubá
Programa de Graduação em Ciências Atmosféricas - Instituto de Recursos Naturais – Universidade Federal de Itajubá
n° 29 – mês de referência: Março/2013 
Desenvolvimento: Profa. Michelle Reboita
Coordenação: Prof. Marcelo de Paula Corrêa
Colaboração Docente: Profs. Arcilan Assireu e Luiz Felipe Silva
Colaboração Discente: Carolina Gouveia e Isabella Fortes
Colaboração Técnica: Tatiana Amaro













segunda-feira, 1 de abril de 2013

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei – Volume 3 – Número 02


As condições atmosféricas em Itajubá no mês de fevereiro de 2013, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura do ar média oscilou entre 18,9º C e 24,6º C (a média foi 22,9º C). A maior temperatura máxima registrada foi 32,6º C (dia 14) e a menor temperatura mínima foi 15,2º C (dia 21). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 80,1% e 0,3 m/s (1,2 km/h), respectivamente. A direção predominante do vento oscilou entre N e NNW. Em 19 dias do mês ocorreu precipitação contabilizando um total de 269,6 mm.
 Com relação à nebulosidade (Figura 2), o céu permaneceu com maior cobertura diária de nuvens entre os dias 01 e 10 de fevereiro, sendo que no dia 07 o céu ficou totalmente coberto (100%). Já a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 50%.
 O maior valor diário do Índice de Estresse Térmico (IET) durante o mês de fevereiro é mostrado na Figura 3. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Em fevereiro, o menor valor registrado de IET foi 20,7 (dia 07), o maior valor foi 30 (dia 16), a média mensal do maior valor diário do índice foi 27 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13:37 h. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12 às 14 horas.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso ao sítio www.grec.iag.usp.br, aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de fevereiro de 2013 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.


Figura 2 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de fevereiro de 2013.

Figura 3 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de fevereiro de 2013.





                                       



Resumo informativo sobre o tempo em Itajubá
Programa de Graduação em Ciências Atmosféricas - Instituto de Recursos Naturais – Universidade Federal de Itajubá
n° 28 – mês de referência: Fevereiro/2013 
Desenvolvimento: Profa. Michelle Reboita
Coordenação: Prof. Marcelo de Paula Corrêa
Colaboração Docente: Profs. Arcilan Assireu e Luiz Felipe Silva
Colaboração Discente: Carolina Gouveia e Isabella Fortes
Colaboração Técnica: Tatiana Amaro








segunda-feira, 4 de março de 2013

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei – Volume 3 – Número 01


As condições atmosféricas em Itajubá no mês de janeiro de 2013, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura do ar média oscilou entre 19,0º C e 25,5º C (a média foi 22,1º C). A maior temperatura máxima registrada foi 31,8º C (dia 01) e a menor temperatura mínima foi 13,9º C (dia 21). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 81,6% e 0,5 m/s (1,8 km/h), respectivamente. O vento de sul foi predominante durante janeiro. Em 24 dias do mês ocorreu precipitação contabilizando um total de 269,4 mm.
 Com relação à nebulosidade (Figura 2), o céu permaneceu com maior cobertura diária de nuvens nos dias 10 e 12 de janeiro (~90%). Já a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 60%.
 O maior valor diário do Índice de Estresse Térmico (IET) durante o mês de janeiro é mostrado na Figura 3. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Em janeiro, o maior valor de IET registrado foi 29 (dia 8), a média mensal do maior valor diário do índice foi 27 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13 h. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12 às 14 horas.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso ao sítio www.grec.iag.usp.br, aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de janeiro de 2013 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.





Figura 2 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de janeiro de 2013.


Figura 3 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de janeiro de 2013.





Resumo informativo sobre o tempo em Itajubá
Programa de Graduação em Ciências Atmosféricas - Instituto de Recursos Naturais – Universidade Federal de Itajubá
n° 27 – mês de referência: Janeiro/2013 
Desenvolvimento: Profa. Michelle Reboita
Coordenação: Prof. Marcelo de Paula Corrêa
Colaboração Docente: Profs. Arcilan Assireu e Luiz Felipe Silva
Colaboração Discente: Carolina Gouveia e Isabella Fortes
Colaboração Técnica: Tatiana Amaro







Boletim Meteorológico Mensal da Unifei – Volume 2 – Número 12


As condições atmosféricas em Itajubá no mês de dezembro de 2012, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura do ar média oscilou entre 21,9º C e 25,6º C (a média foi 23,8º C). A maior temperatura máxima registrada foi 33,0º C (dia 20) e a menor temperatura mínima foi 17,3º C (dia 02). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 79,2% e 0,41 m/s (1,5 km/h), respectivamente. O vento de norte foi predominante durante dezembro. Em 24 dias do mês ocorreu precipitação contabilizando um total de 266,6 mm.
 Com relação à nebulosidade (Figura 2), o céu permaneceu com maior cobertura diária de nuvens entre os dias 14 e 17 de dezembro (~70%). Já a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 52%.
 O maior valor diário do Índice de Estresse Térmico (IET) durante o mês de dezembro é mostrado na Figura 3. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Em dezembro, o maior valor de IET registrado foi 30 (dia 27), a média mensal do maior valor diário do índice foi 29 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13 h. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12 às 14 horas.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso ao sítio www.grec.iag.usp.br, aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de dezembro de 2012 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.




Figura 2 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de dezembro de 2012.


Figura 3 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de dezembro de 2012.




Resumo informativo sobre o tempo em Itajubá
Programa de Graduação em Ciências Atmosféricas - Instituto de Recursos Naturais – Universidade Federal de Itajubá
n° 26 – mês de referência: Dezembro/2012 
Desenvolvimento: Profa. Michelle Reboita
Coordenação: Prof. Marcelo de Paula Corrêa
Colaboração Docente: Profs. Arcilan Assireu e Luiz Felipe Silva
Colaboração Discente: Carolina Gouveia e Isabella Fortes
Colaboração Técnica: Tatiana Amaro






quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Monitoramento Meteorológico Mensal Novembro/2012


As condições atmosféricas em Itajubá no mês de novembro de 2012, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura do ar média oscilou entre 19,6º C e 25,0º C (a média foi 22,2º C). A maior temperatura máxima registrada foi 33,4º C (dia 23) e a menor temperatura mínima foi 11,6º C (dia 18). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 73,6% e 0,66 m/s (2,4 km/h), respectivamente. O vento de sul foi predominante durante o período. A precipitação concentrou-se em 15 dias do mês e contabilizou um total de 101,8 mm.

No dia 01/11 foi observado um sistema de alta pressão em superfície na costa do Rio Grande do Sul (Figura 2a). Os ventos desse sistema no sentido anti-horário ao encontrarem os ventos no sentido horário do ciclone mais afastado do continente geraram ventos de sul que atingiram o sul de Minas Gerais (MG). O encontro desses ventos com os ventos proveniente do interior do continente em direção a MG (Figura 2b) e o aquecimento diurno da superfície foram responsáveis pela precipitação.

Na primavera e verão, a maior parte da ocorrência de precipitação está associada com a ascensão do ar devido ao intenso aquecimento da superfície continental e pelo encontro dos ventos (convergência) numa dada região. Esses dois mecanismos podem ocorrer individualmente ou concomitantemente. A ocorrência simultânea desses mecanismos foi responsável pela chuva nos dias 03 (Figura 3), 09 (Figura 4),10, 15, 19, 20, 24, 25 e 28 de novembro.

Com relação à nebulosidade (Figura 5), o céu permaneceu com maior cobertura diária de nuvens na primeira quinzena de novembro, sendo os dias 09 e 10 os mais nebulosos. Já a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 53%.

A partir desse boletim será incluída uma nova variável: o Índice de Estresse Térmico (IET) que é obtido através de uma relação entre a temperatura do ar, umidade relativa e radiação atmosférica. Os valores do IET são categorizados em três faixas (Tabela 1), de acordo com Moran et al. (2001). O índice serve como um guia para quem realiza atividades físicas. O risco à saúde tende a crescer a partir do valor de 26 unidades de IET, tornando-se extremo acima de 33.

Tabela 1: Índice de Estresse Térmico (IET) e riscos à saúde.
Valor do IET
Risco à saúde
Menor ou igual a 25
Baixo
26 a 33
Moderado a risco alto
Maior do que 33
Extremo

Fonte: MORAN, D.S.; PANDOLF, K.B.;  SHAPIROA, Y.;  HELEDA, Y.. SHANIA,  Y. ; MATHEWB, W.T.; GONZALEZ, R.R. An environmental stress index (ESI) as a substitute for the wet bulb globe temperature (WBGT). Journal of Thermal Biology. 2001, v.  26, p. 427–431.

Nesse e nos futuros boletins será mostrado o maior IET ocorrido em cada dia do mês. No caso de novembro (Figura 6), o maior valor de IET foi 28,7 (dia 24), o menor valor foi 23,5 (dia 14) e a média mensal foi 26,1. Com base na Figura 6, nota-se que em vários dias do mês o IET atingiu a categoria de risco à saúde moderado a alto. A partir do próximo boletim serão indicados, também, os horários do dia mais críticos, baseado no IET, para a realização de atividades laborais.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso ao sítio www.grec.iag.usp.br, aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de novembro de 2012 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.



Figura 2 Análise sinótica a) ao nível médio do mar e b) no nível de 850 hPa dia 01/11/2012 às 18Z (15 horas local) mostrando uma região de alta pressão próxima ao Rio Grande do Sul e um ciclone a leste da alta. Essa situação favorece ventos de sul que chegam ao sudeste do Brasil. Fonte: GPT/CPTEC/INPE.




Figura 3 Carta sinótica no nível de 850 hPa no dia 03/11/2012 às 18Z (15 horas local) mostrando uma região de convergência de ventos no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT/CPTEC/INPE.



Figura 4 Análise sinótica a) ao nível médio do mar e b) no nível de 850 hPa dia 09/11/2012 às 18Z (15 horas local). Em superfície há um cavado no campo da pressão (linha amarela tracejada) e, nessa mesma região, a carta de 550 hPa mostra convergência dos ventos. Fonte: GPT/CPTEC/INPE.



Figura 5 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de novembro de 2012.




Figura 6 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de novembro de 2012.









Resumo informativo sobre o tempo em Itajubá
Programa de Graduação em Ciências Atmosféricas - Instituto de Recursos Naturais – Universidade Federal de Itajubá
n° 25 – mês de referência: Novembro/2012 
Desenvolvimento: Profa. Michelle Reboita
Coordenação: Prof. Marcelo de Paula Corrêa
Colaboração Docente: Profs. Arcilan Assireu e Luiz Felipe Silva
Colaboração Discente: Carolina Gouveia e Isabella Fortes
Colaboração Técnica: Tatiana Amaro




sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Monitoramento Meteorológico Mensal Outubro/2012



As condições atmosféricas em Itajubá no mês de outubro de 2012, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura do ar média oscilou entre 19,3º C e 26,4º C (a média foi 22,5º C). A maior temperatura máxima registrada foi 35,4º C (dia 30) e a menor temperatura mínima foi 10,1º C (dia 01). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 69,1% e 0,58 m/s (2,1 km/h), respectivamente. Já a direção predominante do vento foi a norte. Em 14 dias do mês ocorreu precipitação, contabilizando um total de 101,8 mm.

Dos 14 dias com chuva, 5 ocorreram na primeira quinzena do mês, enquanto 9 na segunda quinzena. A chuva registrada entre os dias 11 e 13 de outubro esteve associada ao acoplamento de dois sistemas: uma frente semi-estacionária e uma Zona de Convergência de Umidade (ZCOU, Figura 2). Esses sistemas também causaram grande nebulosidade em Itajubá como mostra a Figura 3.

A chuva registrada na segunda quinzena de outubro foi em sua maior parte convectiva. Durante o dia a temperatura do ar se eleva e faz o ar ascender atingindo níveis mais altos da atmosfera. Como o ar transporta umidade, essa acaba condensando e formando nuvens que posteriormente precipitam.

A Figura 3 mostra a média diária da cobertura de nuvens em Itajubá. A média mensal dessa variável foi de 41%, o que indica que quase metade da abóbada celeste permaneceu coberta por nuvens diariamente.

Os leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul, dirijam-se ao sítio www.grec.iag.usp.br.



Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de outubro de 2012 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. 



Figura 2 Análise sinótica ao nível médio do mar no dia a) 12/10/2012 às 18Z (15 horas local)  e b) 13/10/2012 às 06Z (03 horas local) mostrando uma frente semi-estacionária sobre a região sul de Minas Gerais, sendo que no dia 13 esse sistema se acopla a uma Zona de Convergência de Umidade (traços em verde). Fonte: GPT/CPTEC/INPE.



Figura 3 Simulação numérica da cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá em outubro de 2012.







Resumo informativo sobre o tempo em Itajubá
Programa de Graduação em Ciências Atmosféricas - Instituto de Recursos Naturais – Universidade Federal de Itajubá
n° 24 – mês de referência: Outubro/2012 
Desenvolvimento: Profa. Michelle Reboita
Colaboração: Prof. Arcilan Trevenzoli Assireu
       
                      Isabella Fortes Guimarães
                      Carolina Daniel Gouveia 
                      Técnica:Tatiana Amaro




terça-feira, 23 de outubro de 2012

Monitoramento Meteorológico Mensal Setembro/2012


As condições atmosféricas em Itajubá no mês de setembro de 2012, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura do ar média oscilou entre 13,3º C e 24,2º C (a média foi 19,9º C). A maior temperatura máxima registrada foi 33,4º C (dia 19) e a menor temperatura mínima foi 6,2º C (dias 27 e 28). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 66,5% e 0,69 m/s (2,5 km/h), respectivamente. Já a direção predominante do vento foi a norte. Em 4 dias do mês ocorreu precipitação, contabilizando um total de 32,4 mm.
Na primeira quinzena do mês, os dias apresentaram pouca nebulosidade (Figura 2), o que foi decorrente tanto da atuação da porção oeste do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (Figura 2), quanto de sistemas de alta pressão transientes na região. Já na segunda quinzena, há dois períodos com grande nebulosidade. Estes, estiveram associados à passagem de frentes frias (Figura 3) pela região, que também foram responsáveis pelos dois períodos (20-21 e 25-26) chuvosos.

Os leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul, dirijam-se ao sítio www.grec.iag.usp.br.

Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de setembro de 2012 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.


Figura 2 Simulação numérica da cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá em setembro de 2012.


Figura 3 Análise sinótica ao nível médio do mar no dia 08/09/2012 às 12 Z (09 horas local) mostrando a atuação do setor oeste do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul sobre a região sudeste do Brasil através das isóbaras (linhas amarelas). Fonte: GPT/CPTEC/INPE.




Figura 4 Análise sinótica ao nível médio do mar no dia a) 22/09/2012 e b) 26/09/2012 às 12Z (09 horas local) mostrando frentes sobre a região sul de Minas Gerais. Fonte: GPT/CPTEC/INPE.









Resumo informativo sobre o tempo em Itajubá
Programa de Graduação em Ciências Atmosféricas - Instituto de Recursos Naturais – Universidade Federal de Itajubá
n° 23 – mês de referência: Setembro/2012 
Desenvolvimento: Profa. Michelle Reboita
Colaboração: Prof. Arcilan Trevenzoli Assireu
       
                      Isabella Fortes Guimarães
                      Carolina Daniel Gouveia 
                      Técnica:Tatiana Amaro



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