terça-feira, 14 de março de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 02

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de fevereiro de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 20,1ºC e 26,1ºC (a média foi 23,4ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 34,3ºC (dia 19) e a menor temperatura mínima foi 15,8°C (dia 04). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 75,8% e 0,2 m/s (0,72 km/h), respectivamente. No mês de fevereiro a direção predominante do vento foi nordeste. Em 12 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 196,4 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, nenhuma frente fria atuou no sul de Minas Gerais em fevereiro. Entretanto, a frente do dia 08/02 atuou indiretamente na região ao favorecer a configuração de uma Zona de Convergência de Umidade (ZCOU). Outra ZCOU ocorreu 25/02 (Figura 2).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 45,9%. Os dias mais nebulosos foram 25 e 26 de fevereiro, que correspondem ao período de atuação de uma ZCOU (Figura 2).

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de setembro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 24,1 (dia 26), o maior valor foi 29,9 (dia 7), a média mensal foi 27,6 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 14h17. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,92 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


  
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de fevereiro de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.


                                                                     
Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 08 de fevereiro de 2017 às 00 Z (21 horas local do dia anterior) e 25 às 06 Z (03 horas local) mostrando a atuação de Zonas de Convergência de Umidade no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de fevereiro de 2017.


  


Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de fevereiro de 2017.


 Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

quarta-feira, 1 de março de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 01

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de janeiro de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 19,7ºC e 25,2ºC (a média foi 22,7ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 33ºC (dia 2) e a menor temperatura mínima foi 15,4°C (dia 23). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 82,4% e 0,17 m/s (0,6 km/h), respectivamente. No mês de janeiro a direção predominante do vento foi a nordeste. Em 26 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 307 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, nenhuma frente fria atuou no sul de Minas Gerais. A precipitação (Figura 1d) esteve associada atividade convectiva, típica da estação do ano, e com a Zona de Convergência de Umidade (ZCOU) que foi frequente ao longo da segunda quinzena de janeiro (Figura 2).
Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 60,1%. Os dias mais nebulosos foram 17 e 26 de janeiro.
O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de janeiro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 24,6 (dia 19), o maior valor foi 30,1 (dia 03), a média mensal foi 27,9 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h20. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 2,81 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de janeiro de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (km/h) a 2,5 m de altura.  




Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias (a) 16 de janeiro de 2017 às 00 Z (21 horas local do dia anterior) e (b) no dia 20 de janeiro de 2017 às 00Z mostrando uma zona de convergência de umidade sobre o sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



 

Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de janeiro de 2017.



 

Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de janeiro de 2017.


 Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 12

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de dezembro de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 19,5ºC e 25,7ºC (a média foi 23ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 33,5ºC (dia 29) e a menor temperatura mínima foi 13,2°C (dia 18). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 75,5% e 0,8 m/s (3,02 km/h), respectivamente. No mês de dezembro a direção predominante do vento foi nordeste. Em 16 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 170,2 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, apenas uma frente fria atuou no sul de Minas Gerais em novembro (data da chegada: 15) (Figura 2b). A precipitação (Figura 1d) registrada ao longo do mês foi decorrente da atividade convectiva local, que é típica dessa época do ano, e também pelo suprimento de umidade pela zona de convergência de umidade (exemplo na Figura 2a) que se estabeleceu em alguns dias do mês de dezembro.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 49,6%. Os dias mais nebulosos foram 04 e de 11 a 14 de dezembro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de dezembro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 22,7 (dia 16), o maior valor foi 30,1 (dia 27), a média mensal foi 27,6 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h12. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,49 o que indica um clima úmido.

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para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.

  
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de dezembro de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (km/h) a 2,5 m de altura.  
Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 05 de dezembro de 2016 às 00 Z (21 horas local do dia anterior) mostrando uma zona de convergência de umidade sobre o sul de Minas Gerais; dia 15 às 00 Z mostrando a interação de uma frente fria (linha azul com triângulos) e a zona de convergência de umidade no sul de Minas Gerais e dia 31 de dezembro às 00 Z mostrando ausência de sistemas precipitantes sobre Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.





Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de dezembro de 2016.

 

Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de dezembro de 2016.


 Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva



domingo, 25 de dezembro de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 11

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de novembro de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 17,6ºC e 24,3ºC (a média foi 21,6ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 32,2ºC (dia 11) e a menor temperatura mínima foi 10,1°C (dia 20). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 76,1% e 0,8 m/s (3,0 km/h), respectivamente. No mês de novembro a direção predominante do vento foi nordeste. Em 15 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 139 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, quatro frentes frias aturam no sul de Minas Gerais em novembro (data da chegada: 03, 12, 18 e 29) (Figura 2).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 52,4%. Os dias mais nebulosos foram 13, 14 e 23 de novembro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de novembro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 20,9 (dia 14), o maior valor foi 29,4 (dia 29), a média mensal foi 25,9 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h40. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,46 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



  
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de novembro de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.  OBS: em (f) a velocidade do vento está em km/h.


Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 03, 12, 18 e 29 de novembro de 2016 às 18 Z (15 horas local), mostrando a atuação de frente fria (linha azul com triângulos) no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.

  


Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de novembro de 2016.
  


Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de novembro de 2016.

 Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 10

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de outubro de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 17,5ºC e 26,6ºC (a média foi 21,9ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 35,4ºC (dia 19) e a menor temperatura mínima foi 11,1°C (dia 08). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 72% e 0,91 m/s (3,39 km/h), respectivamente. No mês de outubro a direção predominante do vento foi nordeste. Em 14 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 132 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, duas frentes frias aturam no sul de Minas Gerais em outubro (data da chegada: 22 e 28) (Figura 2). Com relação à frente do dia 22, a atuação dessa também é bem caracterizada na Figura 1, onde há redução das temperaturas e aumento da pressão atmosférica do dia 21 para o dia 22. Além disso, o vento adquiri componente de sul no dia 22.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 45,6%. Os dias mais nebulosos foram 3, 25 e 27 de outubro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de outubro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 20,9 (dia 3), o maior valor foi 29,9 (dia 19), a média mensal foi 25,8 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h26. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,36 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de outubro de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.  OBS: a intensidade do vento está em km/h.


                                                                     
Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 22 de outubro de 2016 às 06 Z (03 horas local) e 28 de outubro às 00 Z (21 horas local do dia anterior) mostrando a atuação de frente fria (linha azul com triângulos) no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.






Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de outubro de 2016.


 
 
  
Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de outubro de 2016.


 Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 09

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de setembro de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. O dia 01 não possui dados, pois a estação estava sendo reinstalada. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 17,3ºC e 23,9ºC (a média foi 20,7ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 32,7ºC (dia 18) e a menor temperatura mínima foi 9,2°C (dia 22). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 68,5% e 0,96 m/s (3,46 km/h), respectivamente. No mês de abril a direção predominante do vento foi nordeste. Em 7 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 26 mm.
De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, três frentes frias aturam no sul de Minas Gerais em setembro (data da chegada: 07, 15 e 25) (Figura 2).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 32,3%. Os dias mais nebulosos foram 6 e 28 de setembro, o primeiro por influência de uma frente fria (Figura 2) e o segundo devido um cavado invertido (figura não mostrada).

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de setembro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 19 (dia 6), o maior valor foi 27,7 (dia 18), a média mensal foi 24,7 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h04. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 0,33 o que indica um clima semi-árido. Portanto, um valor anômalo para um mês de inverno, quando as condições normais são semi-áridas.

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Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de setembro de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.



                                                                     
Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 07 de setembro de 2016 às 12 Z (06 horas local), 15 de setembro às 06 Z (03 horas local) e 25 de setembro às 18 Z (15 horas local) mostrando a atuação de frente fria (linha azul com triângulos) no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.






Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de setembro de 2016.






Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de setembro de 2016.



 Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 08

No mês de agosto de 2016, a estação meteorológica da Unifei estava em manutenção. Assim, os dados de temperatura e precipitação apresentados nesse boletim foram obtidos de https://www.wunderground.com/personal-weather-station/dashboard?ID=IMINASGE36#history.
A Figura 1a mostra a temperatura média do ar oscilou entre 14,3°C e 23,6°C (a média foi 19,9°C). A maior temperatura máxima registrada foi 31,4°C (dia 18) e a menor temperatura mínima foi 6,8°C (dia 12). Em 5 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 19,3 mm (Figura 1b).

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, cinco frentes frias influenciaram as condições de tempo no sul de Minas Gerais em agosto, dias 02, 07, 10, 19 e 21 (Figura 2).

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios


para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio



aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) e b) totais diários de precipitação (mm).



Figura 1b – Precipitação Acumulada no mês de Agosto






Figura 2 Carta sinótica de superfície nos dias (a) 02 de agosto de 2016 às 18 Z (15 horas local), (b) dia 07 de agosto às 18 Z e (c) dia 10 de agosto às 18 Z, dia 19 de agosto às 06 Z (03 horas local) e (e) dia 21 de agosto às 18 Z mostrando a ocorrência de frentes influenciando o sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.

Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.


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