quinta-feira, 14 de abril de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 03

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de março de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 18,7ºC e 24,2ºC (a média foi 22,2ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 31,4ºC (dia 19) e a menor temperatura mínima foi 14,2ºC (dia 27). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 82,6% e 0,17 m/s (0,62 km/h), respectivamente. No mês de março a direção predominante do vento foi a norte. Em 23 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 214,2 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, somente uma frente fria atuou no sul de Minas Gerais em março e isso foi no dia 1º. Tal frente era a mesma que estava atuando no dia 29 de fevereiro na região. O elevado total mensal de precipitação em março foi devido ao intenso aquecimento da superfície, convecção e presença de umidade favorecida pelas zonas de convergência de umidade (Figura 2). De fato, do dia 1º a 05 de março, 11 a 12 e 26 a 27, essas zonas foram bastante atuantes no sul de Minas Gerais.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 52,2%. Os dias mais nebulosos correspondem aos dias da atuação das zonas de convergência de umidade: 1º a 05 de março, 11 a 12 e 26 a 27.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de março é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 21,6 (dia 1), o maior valor foi 29,1 (dia 28), a média mensal foi 27,1 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h30. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 2,24 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.
  
  
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de março de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.




Figura 2 Carta sinótica de superfície no dia 1º de março de 2016 às 00 Z (21 horas local do dia anterior) mostrando a localização de uma frente fria sobre o sul de Minas Gerais interagindo com uma zona de convergência de umidade que se estende da Amazônia ao oceano Atlântico. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de março de 2016.

 
 Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de março de 2016.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.



quinta-feira, 17 de março de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 02

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de fevereiro de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 20,7ºC e 25,6ºC (a média foi 23,4ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 33,6ºC (dia 02) e a menor temperatura mínima foi 16,6ºC (dia 01). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 80,6% e 0,20 m/s (0,72 km/h), respectivamente. No mês de fevereiro a direção predominante do vento foi a norte. Em 20 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 186,6 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, duas frentes atuaram no sul de Minas Gerais em fevereiro: uma semi-estacionária no dia 11 e uma fria no dia 29. Essa última esteve também conectada como uma zona de convergência de umidade. Já a precipitação registrada nos demais dias do mês foi devido à convecção típica da estação e às zonas de convergência de umidade sobre a região sul de Minas Gerais (Figura 2).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 52%. Os dias mais nebulosos foram 07,11 e de 22 a 24 fevereiro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de janeiro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 23,8 (dia 21), o maior valor foi 29,7 (dia 06), a média mensal foi 28,2 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h47. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,76 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



  
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de fevereiro de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.




Figura 2 Carta sinótica de superfície nos dias (a) 12 de fevereiro de 2016 às 12 Z (09 horas local) mostrando a localização de uma frente estacionária próximo ao sul de Minas Gerais, (b) dia 16 de fevereiro às 06 UTC (03 horas local) mostrando uma região de baixa pressão na costa sudeste do Brasil que induziu a passagem de ventos úmidos sobre o sul de Minas Gerais e (c) dia 29 de fevereiro às 18 Z (15 horas local) mostrando uma frente fria conectada a uma zona de convergência de umidade se estendendo da Amazônia até a divisa de São Paulo e Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.


Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de fevereiro de 2016.





Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de fevereiro de 2016.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.


domingo, 28 de fevereiro de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 01

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de janeiro de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 20,4ºC e 25,1ºC (a média foi 22,7ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 33,1ºC (dia 31) e a menor temperatura mínima foi 15,5ºC (dia 22). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 80,4% e 0,39 m/s (1,4 km/h), respectivamente. No mês de janeiro a direção predominante do vento oscilou entre sul e norte. Em 19 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 422,8 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, nenhuma frente fria atuou no sul de Minas Gerais em janeiro. Porém, o elevado total mensal de precipitação foi devido à convecção típica da estação e às zonas de convergência de umidade (Figura 2).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 57,8%. Os dias mais nebulosos foram 11,12 e 29 de janeiro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de janeiro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 23,9 (dia 11), o maior valor foi 30,5 (dia 27), a média mensal foi 27,2 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h30. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 3,8 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de janeiro de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.




Figura 2 Carta sinótica de superfície no dia 12 de janeiro de 2016 às 12 Z (09 horas local) mostrando a localização da zona de convergência de umidade se estendendo da Amazônia ao oceano Atlântico e passando pelo  sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.




Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de janeiro de 2016.
  


Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de janeiro de 2016.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 05 - Número 12

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de dezembro de 2015, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 20,7ºC e 25,6ºC (a média foi 23,1ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 32,4ºC (dia 23) e a menor temperatura mínima foi 17,6ºC (dia 13). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 82,2% e 0,22 m/s (0,80 km/h), respectivamente. No mês de dezembro a direção predominante do vento foi a norte. Em 25 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 239,6 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, apena uma frente fria atuou no sul de Minas Gerais no mês de dezembro, sendo no dia 07 (Figura 2). Os demais dias com chuva no mês de dezembro foram devido à redução de pressão sobre o sul de Minas Gerais que muitas vezes contribuiu para a convergência dos ventos sobre a região e também devido à atividade convectiva, que está relacionada ao aquecimento da superfície.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 60%. Os dias mais nebulosos foram: 7, 10 e 28 a 30 de dezembro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de dezembro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 24,2 (dia 30), o maior valor foi 29,2 (dia 12), a média mensal foi 27,9 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13:10 horas. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 2,1 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.

Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de dezembro de 2015 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.




Figura 2 Carta sinótica de superfície no dia 07 de dezembro de 2015 às 06 Z (03 horas local) mostrando a localização de uma frente fria próxima ao sul de Minas Gerais (linhas azuis com triângulos). Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de dezembro de 2015.



Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de dezembro de 2015.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 05 - Número 11

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de novembro de 2015, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 20,4ºC e 25,1ºC (a média foi 23,3ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 33,5ºC (dia 13) e a menor temperatura mínima foi 16,7ºC (dia 25). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 79,8% e 0,26 m/s (0,93 km/h), respectivamente. No mês de novembro a direção predominante do vento foi a norte. Em 22 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 182,4 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, duas frentes frias atuaram no sul de Minas Gerais em novembro: dias 21 e 30 (Figura 2a-b). Ambos os sistemas contribuíram com precipitação na região (Figura 1d). Já a precipitação ocorrida nos demais dias do mês esteve associada com transporte de umidade para a região através de ventos em baixos níveis da atmosfera e pelo aquecimento diurno da superfície, típico desse período do ano.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 60,1%. Os dias mais nebulosos foram: 23, 24 e 25 de novembro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de outubro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 23,3 (dia 24), o maior valor foi 29,7 (dia 10), a média mensal foi 27,7 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13:00 horas. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,64 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de novembro de 2015 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.



Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 21 de novembro de 2015 às 12 Z (09 horas local) e 30 de novembro de 2015 às 18 Z (15 horas local) mostrando a localização das frentes atuantes no sul de Minas Gerais (linhas azuis com triângulos ou intercalada com semicírculos vermelhos). Fonte: GPT-CPTEC-INPE.




Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de novembro de 2015.



Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de novembro de 2015.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 05 - Número 10

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de outubro de 2015, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 21,6ºC e 26,2ºC (a média foi 23,5ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 35,7ºC (dia 16) e a menor temperatura mínima foi 14ºC (dia 7). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 69,1% e 0,31 m/s (1,1 km/h), respectivamente. No mês de outubro a direção predominante do vento foi a norte. Em 4 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 46,6 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, duas frentes frias atuaram no sul de Minas Gerais em outubro: dias 04 e 18 (Figura 2a--b). Porém, não foi registrada precipitação associada com esses eventos em Itajubá (Figura 1d). A chuva ocorrida em outubro esteve relacionada a uma zona de convergência de umidade (Figura 2c).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 42,6%. Os dias mais nebulosos foram: 3, 4, 21,22, 26, 27 e 28 de outubro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de outubro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 25,3 (dia 21), o maior valor foi 29,3 (dia 20), a média mensal foi 27 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13:40 horas. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 0,41 o que indica um clima semi-árido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de outubro de 2015 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.


 Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 05 de outubro de 2015 às 00 Z (21 horas local do dia anterior) e 18 de outubro de 2015 às 06 Z (03 horas local) mostrando a localização das frentes atuantes no sul de Minas Gerais (linhas azuis com triângulos ou intercalada com semicírculos vermelhos). Já a carta sinótica do dia 20 de outubro indica a localização de uma zona de convergência de umidade cruzando a região centro-oeste do Brasil e o sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.




Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de outubro de 2015.

 


Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de outubro de 2015.

Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva


domingo, 25 de outubro de 2015

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 05 - Número 09

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de setembro de 2015, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 16,9ºC e 23,9ºC (a média foi 20,9ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 34,9ºC (dia 25) e a menor temperatura mínima foi 11,4ºC (dia 14). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 73,3% e 0,16 m/s (0,59 km/h), respectivamente. No mês de setembro a direção predominante do vento foi a norte. Em 13 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 182,8 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, duas frentes frias atuaram no sul de Minas Gerais em setembro: dias 02 e 12 (Figura 2). Somente a segunda frente fria contribuiu para ocorrência de chuva. Os demais dias com precipitação mostrados na Figura 1d estão associados com a formação de áreas de baixa pressão no sul de Minas Gerais e ou nos arredores que foram importantes para a organização da precipitação.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 51,4 %. Os dias mais nebulosos estiveram compreendidos em 2 períodos: de 6 a 13 e de 25 a 30 de setembro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de setembro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 18,8 (dia 13), o maior valor foi 28,3 (dia 27), a média mensal foi 24,63 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13,38 horas. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 2.3 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



  
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de setembro de 2015 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.

  

Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 02 de setembro de 2015 às 06 Z (03 horas local) e 12 de setembro de 2015 às 06 Z mostrando a localização das frentes frias atuantes no sul de Minas Gerais (linhas azuis com triângulos). No caso do dia 12, a linha aparece também com semicírculo vermelho, isso indica que a frente fria se tornou estacionária sobre tal região. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.




Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de setembro de 2015.
  


Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de setembro de 2015.

Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

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