quinta-feira, 21 de julho de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 06

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de junho de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 11ºC e 19,6ºC (a média foi 15,1ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 26,1ºC (dia 6) e a menor temperatura mínima foi 2,6ºC (dia 14). A média mensal da umidade relativa do ar foi 81,1%. Em 23 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 137,6 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, duas frentes frias aturam no sul de Minas Gerais em junho (data da chegada: 07 e 21) (Figura 2). Ambas as frentes contribuíram para a ocorrência de precipitação (Figura 1). Vale destacar que o mês de junho teve precipitação muito acima da média climatológica. Isso não apenas no sul de Minas Gerais, mas também em São Paulo. O GrEC-USP está realizando um estudo para explicar a causa do padrão anômalo.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 32,7%. Os dias mais nebulosos foram 3 e 7 de junho, por influência da frente fria.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de junho é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 15,6 (dia 12), o maior valor foi 25,5 (dia 6), a média mensal foi 20,6 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 14h18. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 3,9 o que indica um clima úmido. Portanto, um valor anômalo para um mês de inverno, quando as condições normais são semi-áridas.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.

Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de junho de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, d) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura.


                                                                     
Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 07 e 21 de junho de 2016 às 06 Z (03 horas local) mostrando a chegada de uma frente fria (linha azul com triângulos) no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.




Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de junho de 2016.




Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de junho de 2016.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.


segunda-feira, 13 de junho de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 05

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de maio de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 14,5ºC e 20,6ºC (a média foi 17,8ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 27,6ºC (dia 8) e a menor temperatura mínima foi 6ºC (dia 02). A média mensal da umidade relativa do ar foi 81%. Nesse mês não há registro de intensidade e direção do vento devido à problemas no sensor de vento da estação. Em 16 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 56,4 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, três frentes frias atuaram no sul de Minas Gerais em maio (Figura 2). Essas frentes contribuíram para a precipitação, exceto nos dias 30 e 31 (Figura 1).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 42,9%. Os dias mais nebulosos foram 21,23 e 26 de maio.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de janeiro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 19 (dia 24), o maior valor foi 25,6 (dia 9), a média mensal foi 22,6 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h50. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,06 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de maio de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, d) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura.


Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias: 12 de maio de 2016 às 12 Z (09 horas local), 17 de maio às 18 Z (15 horas local) e 23 de maio às 12 Z mostrando a localização de frentes frias (linhas azuis com triângulos) sobre o sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.


Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de maio de 2016.







Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de maio de 2016.

Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 04

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de abril de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 16,5ºC e 24,4ºC (a média foi 21,8ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 32,7ºC (dia 9) e a menor temperatura mínima foi 10,4ºC (dia 30). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 76,1% e 0,10 m/s (0,36 km/h), respectivamente. No mês de abril a direção predominante do vento foi a norte. Em 5 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 17,6 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, somente uma frente fria atuou no sul de Minas Gerais em abril (chegada no dia 27) e, essa, foi considerada um fenômeno de friagem já que conseguiu atingir a região norte do Brasil (Figura 2). Essa frente fria também foi responsável por quase toda a precipitação registrada em Itajubá em abril (Figura 1).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 35,7%. Os dias mais nebulosos foram de 26 a 30 de abril, por influência da frente fria.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de abril é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 20,7 (dia 30), o maior valor foi 28,1 (dia 11), a média mensal foi 27,1 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h31. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 0,21 o que indica um clima semi-árido.

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para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.

Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de abril de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.



Figura 2 Carta sinótica de superfície no dia 27 de abril de 2016 às 12 Z (09 horas local) mostrando a chegada de uma frente fria (linha azul com triângulos) no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE. 


  
Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de março de 2016. 



Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de março de 2016.

Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 03

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de março de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 18,7ºC e 24,2ºC (a média foi 22,2ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 31,4ºC (dia 19) e a menor temperatura mínima foi 14,2ºC (dia 27). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 82,6% e 0,17 m/s (0,62 km/h), respectivamente. No mês de março a direção predominante do vento foi a norte. Em 23 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 214,2 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, somente uma frente fria atuou no sul de Minas Gerais em março e isso foi no dia 1º. Tal frente era a mesma que estava atuando no dia 29 de fevereiro na região. O elevado total mensal de precipitação em março foi devido ao intenso aquecimento da superfície, convecção e presença de umidade favorecida pelas zonas de convergência de umidade (Figura 2). De fato, do dia 1º a 05 de março, 11 a 12 e 26 a 27, essas zonas foram bastante atuantes no sul de Minas Gerais.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 52,2%. Os dias mais nebulosos correspondem aos dias da atuação das zonas de convergência de umidade: 1º a 05 de março, 11 a 12 e 26 a 27.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de março é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 21,6 (dia 1), o maior valor foi 29,1 (dia 28), a média mensal foi 27,1 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h30. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 2,24 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.
  
  
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de março de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.




Figura 2 Carta sinótica de superfície no dia 1º de março de 2016 às 00 Z (21 horas local do dia anterior) mostrando a localização de uma frente fria sobre o sul de Minas Gerais interagindo com uma zona de convergência de umidade que se estende da Amazônia ao oceano Atlântico. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de março de 2016.

 
 Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de março de 2016.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.



quinta-feira, 17 de março de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 02

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de fevereiro de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 20,7ºC e 25,6ºC (a média foi 23,4ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 33,6ºC (dia 02) e a menor temperatura mínima foi 16,6ºC (dia 01). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 80,6% e 0,20 m/s (0,72 km/h), respectivamente. No mês de fevereiro a direção predominante do vento foi a norte. Em 20 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 186,6 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, duas frentes atuaram no sul de Minas Gerais em fevereiro: uma semi-estacionária no dia 11 e uma fria no dia 29. Essa última esteve também conectada como uma zona de convergência de umidade. Já a precipitação registrada nos demais dias do mês foi devido à convecção típica da estação e às zonas de convergência de umidade sobre a região sul de Minas Gerais (Figura 2).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 52%. Os dias mais nebulosos foram 07,11 e de 22 a 24 fevereiro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de janeiro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 23,8 (dia 21), o maior valor foi 29,7 (dia 06), a média mensal foi 28,2 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h47. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,76 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



  
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de fevereiro de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.




Figura 2 Carta sinótica de superfície nos dias (a) 12 de fevereiro de 2016 às 12 Z (09 horas local) mostrando a localização de uma frente estacionária próximo ao sul de Minas Gerais, (b) dia 16 de fevereiro às 06 UTC (03 horas local) mostrando uma região de baixa pressão na costa sudeste do Brasil que induziu a passagem de ventos úmidos sobre o sul de Minas Gerais e (c) dia 29 de fevereiro às 18 Z (15 horas local) mostrando uma frente fria conectada a uma zona de convergência de umidade se estendendo da Amazônia até a divisa de São Paulo e Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.


Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de fevereiro de 2016.





Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de fevereiro de 2016.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.


domingo, 28 de fevereiro de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 06 - Número 01

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de janeiro de 2016, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 20,4ºC e 25,1ºC (a média foi 22,7ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 33,1ºC (dia 31) e a menor temperatura mínima foi 15,5ºC (dia 22). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 80,4% e 0,39 m/s (1,4 km/h), respectivamente. No mês de janeiro a direção predominante do vento oscilou entre sul e norte. Em 19 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 422,8 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, nenhuma frente fria atuou no sul de Minas Gerais em janeiro. Porém, o elevado total mensal de precipitação foi devido à convecção típica da estação e às zonas de convergência de umidade (Figura 2).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 57,8%. Os dias mais nebulosos foram 11,12 e 29 de janeiro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de janeiro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 23,9 (dia 11), o maior valor foi 30,5 (dia 27), a média mensal foi 27,2 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h30. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 3,8 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de janeiro de 2016 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.




Figura 2 Carta sinótica de superfície no dia 12 de janeiro de 2016 às 12 Z (09 horas local) mostrando a localização da zona de convergência de umidade se estendendo da Amazônia ao oceano Atlântico e passando pelo  sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.




Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de janeiro de 2016.
  


Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de janeiro de 2016.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 05 - Número 12

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de dezembro de 2015, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 20,7ºC e 25,6ºC (a média foi 23,1ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 32,4ºC (dia 23) e a menor temperatura mínima foi 17,6ºC (dia 13). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 82,2% e 0,22 m/s (0,80 km/h), respectivamente. No mês de dezembro a direção predominante do vento foi a norte. Em 25 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 239,6 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, apena uma frente fria atuou no sul de Minas Gerais no mês de dezembro, sendo no dia 07 (Figura 2). Os demais dias com chuva no mês de dezembro foram devido à redução de pressão sobre o sul de Minas Gerais que muitas vezes contribuiu para a convergência dos ventos sobre a região e também devido à atividade convectiva, que está relacionada ao aquecimento da superfície.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 60%. Os dias mais nebulosos foram: 7, 10 e 28 a 30 de dezembro.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de dezembro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 24,2 (dia 30), o maior valor foi 29,2 (dia 12), a média mensal foi 27,9 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13:10 horas. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas.

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 2,1 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.

Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de dezembro de 2015 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura. Obs: A intensidade do vento está em km/h.




Figura 2 Carta sinótica de superfície no dia 07 de dezembro de 2015 às 06 Z (03 horas local) mostrando a localização de uma frente fria próxima ao sul de Minas Gerais (linhas azuis com triângulos). Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de dezembro de 2015.



Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de dezembro de 2015.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva.

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