sábado, 21 de outubro de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 09

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de setembro de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 16,3ºC e 22,5ºC (a média foi 20,2ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 32,9ºC (dia 15) e a menor temperatura mínima foi 7,9°C (dia 04). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 62% e 0,76 m/s (2,72 km/h), respectivamente. No mês de setembro, a direção predominante do vento foi a nordeste. Em 4 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 85 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, apenas uma frente atuou no sul de Minas Gerais (dia 01) (Figura 2).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 27,8%. Os dias mais nebulosos foram 29 e 30 de setembro, quando uma frente fria que se aproximava do sul de Minas Gerais enfraqueceu e originou um cavado que contribuiu para a nebulosidade e precipitação.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de setembro é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 21,1 (dia 30), o maior valor foi 26,2 (dia 29), a média mensal foi 24,1 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 14h20. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,15 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de setembro de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (km/h) a 2,5 m de altura.  


 

Figura 2 Cartas sinóticas de superfície no dia 01 de setembro de 2017 às 00 Z (21 horas local do dia anterior) mostrando a atuação de uma frente semi-estacionária no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de setembro de 2017.




Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de setembro de 2017.

Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 08

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de agosto de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 13,1ºC e 21,1ºC (a média foi 17,4ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 31,4ºC (dia 30) e a menor temperatura mínima foi 6,7°C (dia 07). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 73% e 0,66 m/s (2,37 km/h), respectivamente. No mês de agosto a direção predominante do vento foi a nordeste. Em 8 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 53,6 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, quatro frentes frias atuaram no sul de Minas Gerais (dias 03, 10, 15 e 21) (Figura 2). As frentes frias da segunda quinzena do mês contribuíram para a ocorrência de precipitação (Figura 1d).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 34,2%. Os dias mais nebulosos foram 16,17 e 19 de agosto, o que esteve associado com as frentes frias da segunda quinzena do mês.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de julho é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 18,3 (dia 18), o maior valor foi 25,8 (dia 15), a média mensal foi 22,1 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h59. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 1,03 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.


 
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de agosto de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (km/h) a 2,5 m de altura.  


 

Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias 03 de agosto de 2017 às 18 Z (15horas local), 10 de agostos às 00 Z (21 horas do dia anterior), 15 de agosto às 00 Z e dia 21 de agosto às 06 Z (03 horas local) mostrando a atuação de frentes sobre o sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.


Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de agosto de 2017.



 Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de agosto de 2017.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva


terça-feira, 22 de agosto de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 07

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de julho de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 10,8ºC e 17ºC (a média foi 14,8ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 25,7ºC (dia 26) e a menor temperatura mínima foi 3,6°C (dia 04). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 75,14% e 0,63 m/s (2,28 km/h), respectivamente. No mês de julho a direção predominante do vento foi a nordeste. Em 10 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 3,2 mm.

De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, duas frentes frias atuaram no sul de Minas Gerais (dias 02 e 18) (Figura 2). A frente fria do dia 18 contribuiu para a ocorrência de precipitação nos dias 19 e 20 (Figura 1d).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 20,6%. Os dias mais nebulosos foram 03 e 19 de julho, isto é, associados com as duas frentes frias que atuaram na região.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de julho é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 15,7 (dia 03), o maior valor foi 21,9 (dia 12), a média mensal foi 20,2 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13h59. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 0,09 o que indica um clima semi-árido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.

 
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de julho de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06 a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (km/h) a 2,5 m de altura.  




Figura 2 Cartas sinóticas de superfície nos dias (a) 02 de julho de 2017 às 00 Z (21 horas local do dia anterior) e (b) no dia 18 de julho de 2017 às 18Z (15 horas local) mostrando a atuação de frentes sobre o sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.


 
Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de julho de 2017.
 
 

Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de julho de 2017.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

terça-feira, 11 de julho de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 06

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de junho de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 13,8ºC e 19,8ºC (a média foi 16,6ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 28,6ºC (dia 7) e a menor temperatura mínima foi 6,2ºC (dia 11). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 80,3% e 0,51 m/s (1,83 km/h), respectivamente. No mês de junho a direção predominante do vento foi a nordeste. Em 16 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 30 mm.

A precipitação concentrou-se, principalmente, nos dias 09, 13 e 14 de junho (Figura 1). No dia 09, a chuva esteve associada com a passagem de uma frente fria (Figura 2), enquanto que nos dias 13 e 14, a chuva foi decorrente do encontro dos ventos no sudeste do Brasil (devido a uma área de baixa pressão sobre o oceano, próxima da costa sudeste do país, Figura 2). De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, três frentes frias conseguiram atuar no sul de Minas Gerais no mês de junho: dias 02, 09 e 20. De fato, as variáveis atmosféricas em Itajubá (Figura 1) também registram essas frentes através do aumento da pressão atmosférica após um período de declínio e queda da temperatura do ar. Também se espera predominância de ventos de quadrante sul na ocorrência das frentes, porém, como o sul de Minas Gerais possui topografia acidentada, essa nem sempre permite o predomínio de ventos com tal direção.  Outro detalhe importante é que a passagem de uma frente pode ou não ser acompanhada de chuva.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 25,3%. Os dias mais nebulosos foram de 6, 9  e 13 de junho.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de março é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 18,83 (dia 10), o maior valor foi 25,81 (dia 7), a média mensal foi 22,05 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 14:08 h. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 0,69 o que indica um clima sub-úmido úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.

 
Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de junho de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.



Figura 2 Cartas sinóticas: a) carta de superfície no dia 09 de junho às 00 Z (21 h local do dia anterior), b) dia 09 de junho às 18 Z (15 h local) e c) dia 20 de junho às 18 Z mostrando a atuação de frente fria sobre o sul de Minas Gerais (linha azul com triângulos). Já as figuras (d) e (e), carta de superfície e de 850 hPa, respectivamente, se referem ao dia 13 de junho às 18 Z quando uma área de baixa pressão no oceano próximo ao sudeste do Brasil contribuiu para a ocorrência de chuva em Itajubá. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.





Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de junho de 2017.


 
 

Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de junho de 2017.



                                Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 05

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de maio de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 16,1ºC e 19,6ºC (a média foi 18,1ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 27,1ºC (dia 10) e a menor temperatura mínima foi 10,9ºC (dia 24). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 82,4% e 0,49 m/s (1,76 km/h), respectivamente. No mês de maio a direção predominante do vento foi a nordeste. Em 16 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 131,4 mm.

A precipitação concentrou-se, principalmente, entre os dias 18 e 22 de maio (Figura 1). Fato associado à presença de áreas de baixa pressão no sul de Minas Gerais (cavados) que favorecem a convergência dos ventos sobre a região (Figura 2a-b). De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, três frentes frias conseguiram atuar no sul de Minas Gerais no mês de maio: dias 11, 15 e 31. As variáveis atmosféricas em Itajubá registraram a passagem das frentes dos dias 11 e 15, pois como mostra a Figura 1 há ventos de quadrante sul e aumento da pressão atmosférica nesses dias.

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 38,4%. Os dias mais nebulosos foram de 5, 14 e de 17 a 23 de maio.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de março é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 16,52 (dia 19), o maior valor foi 24,31 (dia 22), a média mensal foi 22,63 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13:42 h. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 2,38 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.




Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de maio de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.



Figura 2 Cartas sinóticas: a) carta de superfície no dia 19 de maio às 18 Z (15 h local) mostrando uma área de baixa pressão atmosférica entre São Paulo e Minas Gerais que está destacada com um círculo; b) carta em 850 hPa no dia 19 de maio às 18 Z (15 h local) mostrando a convergência dos ventos entre São Paulo e Minas Gerais; c-e) cartas de superfície nos dia 11 de maior às 00 Z (21 h do dia anterior), 15 de maio às 00 Z e dia 31 de maio às 06 Z mostrando a ocorrência de frentes frias (linha azul com triângulos)  próximas ao sul de Minas Gerais no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.




Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de maio de 2017.




Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de maio de 2017.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 04

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de abril de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 18,6ºC e 23,4ºC (a média foi 20,7ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 30,2ºC (dia 10) e a menor temperatura mínima foi 10,7ºC (dia 1). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 78% e 0,75 m/s (2,7 km/h), respectivamente. No mês de abril a direção predominante do vento foi a nordeste. Em 6 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 41,6 mm.

A precipitação foi registrada nos dias 06, 07, 09, 22, 26 e 27 de abril (Figura 1). A chuva dos dias 22, 26 e 27 esteve associada com a passagem de frentes frias (Figura 2 a-d). Ao longo do mês de abril, o sul de Minas Gerais foi afetado por quatro sistemas frontais (dias 12, 17, 23 e 27). Já a precipitação nos dias 06 e 07 foi decorrente do transporte de umidade do interior do continente para Minas Gerais (Figura 2 e), enquanto que no dia 09 do oceano para o continente (Figura 2 f).

Fato associado à presença de áreas de baixa pressão no sul de Minas Gerais (cavados), passagem de uma frente fria pelo litoral sudeste, no dia 06, que impactou o tempo do sul de Minas Gerais e de outra frente que chegou à divisa de São Paulo e Minas Gerais. De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, foram duas frentes que conseguiram chegar até o sul de Minas Gerais em março (dias 13 e 18; Figura 2). A frente do dia 18 organizou precipitação nesse dia e no dia 19 (Figura 1).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 43%. Os dias mais nebulosos foram de 6, 7, 27 e 29 de abril.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de abril é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 20,21 (dia 29), o maior valor foi 27,79 (dia 09), a média mensal foi 24,88 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13:38 h. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 0,55 o que indica um clima sub-úmido seco.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.







Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de abril de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.


Figura 2 Carta sinótica de superfície nos dias: a) 12 de abril de 2017 às 18 Z (15 horas local), b) 17 de abril às 18 Z, c) 23 de abril às 00 Z (21 horas do dia anterior) e d) 27 de abril às 18 Z mostrando a chegada frente fria (linha azul com triângulos) no sul de Minas Gerais. Já a figura e mostra o vento se dirigindo do interior do continente para o sul de Minas Gerais no dia 06 de abril e a figura f o vento indo do oceano para o sudeste do Brasil (setas laranjas). Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de abril de 2017.








Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de abril de 2017.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva


domingo, 14 de maio de 2017

Boletim Meteorológico Mensal da Unifei - Volume 07 - Número 03

As condições atmosféricas em Itajubá no mês de março de 2017, medidas na estação meteorológica automática localizada na UNIFEI, são apresentadas na Figura 1. Neste mês, a temperatura média do ar oscilou entre 19,9ºC e 25,0ºC (a média foi 22,0ºC). A maior temperatura máxima registrada foi 32,5ºC (dia 11) e a menor temperatura mínima foi 12,2ºC (dia 21). As médias mensais da umidade relativa do ar e da intensidade do vento foram 78,04% e 0,18 m/s (0,68 km/h), respectivamente. No mês de março a direção predominante do vento foi a nordeste. Em 15 dias do mês ocorreu recolhimento no pluviômetro totalizando 253,4 mm.

A precipitação concentrou-se, principalmente, na primeira quinzena do mês (Figura 1). Fato associado à presença de áreas de baixa pressão no sul de Minas Gerais (cavados), passagem de uma frente fria pelo litoral sudeste, no dia 06, que impactou o tempo do sul de Minas Gerais e de outra frente que chegou à divisa de São Paulo e Minas Gerais. De acordo com as cartas sinóticas do GPT/CPTEC/INPE, foram duas frentes que conseguiram chegar até o sul de Minas Gerais em março (dias 13 e 18; Figura 2). A frente do dia 18 organizou precipitação nesse dia e no dia 19 (Figura 1).

Com relação à nebulosidade (Figura 3), a média mensal da cobertura diária de nuvens foi de 42%. Os dias mais nebulosos foram de 6, 8, 18 e 19 de março.

O maior valor do Índice de Estresse Térmico (IET) por dia no mês de março é mostrado na Figura 4. Detalhes sobre o IET são fornecidos no volume 2 (11) deste boletim. De forma geral, o IET serve como um guia para quem realiza atividades físicas, sendo que os valores de IET menores ou iguais a 25 indicam risco baixo à saúde, valores entre 26 e 33 risco moderado, já valores maiores do que 33, risco extremo. Considerando a série temporal do maior valor diário de IET, o menor valor registrado foi 22,85 (dia 19), o maior valor foi 28,74 (dia 03), a média mensal foi 26,70 e a média da hora de ocorrência do maior IET, 13:38 h. Assim, recomenda-se a não realização de atividades físicas por cerca das 12:00 às 15:00 horas. É válido ressaltar que o IET decresce quando há alta cobertura de nuvens e temperaturas mais baixas e aumenta quando há condições atmosféricas opostas (Figuras 3 e 4).

Com relação ao índice de aridez (IA; detalhes sobre esse índice são apresentados no volume 3 (04) deste boletim) este foi igual a 2,69 o que indica um clima úmido.

Esse boletim deixa como sugestão o acesso aos sítios



para aqueles que tiverem interesse em saber em tempo real a evolução das variáveis atmosféricas em Itajubá e o sítio


aos leitores que tiverem interesse no monitoramento dos ciclones na América do Sul e a previsão climática sazonal nas diferentes regiões do país.



Figura 1 Variáveis atmosféricas medidas no mês de março de 2017 na estação meteorológica automática localizada no campus da Universidade Federal de Itajubá (latitude 22º 24’ 46” e longitude 45º 27’06”): a) temperatura (oC) máxima diária (vermelho), temperatura mínima diária (azul) e média diária da temperatura do ar (verde) a 2 m de altura, b) média diária da pressão atmosférica ao nível médio do mar (hPa), c) direção predominante do vento a 2,5 m de altura; C indica calmaria, d) totais diários de precipitação (mm) contabilizados entre 00:10 e 24:00 h, e) média diária da umidade relativa (%) a 2 m de altura e f) média diária da intensidade do vento (m/s) a 2,5 m de altura.

  


Figura 2 Carta sinótica de superfície nos dias: a) 13 de março de 2017 às 18Z (15 horas local) e (b) dia 18 de março de 2017 às 18 Z mostrando a chegada de uma frente fria (linha azul com triângulos) no sul de Minas Gerais. Fonte: GPT-CPTEC-INPE.



  

Figura 3 Cobertura de nuvens média diária na cidade de Itajubá no mês de março de 2017.



Figura 4 Maior valor diário do Índice de Estresse Térmico na cidade de Itajubá no mês de março de 2017.


Jornal confeccionado por: Michelle Simões Reboita e João Pedro Rodrigues da Silva 

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